PLANO DIRETOR É DISCUTIDO EM CARRANCAS

A cidade recebe visita técnica da Fundação João Pinheiro durante esta semana. Saiba mais!

ONG ATUAÇÃO AJUDA A ELIMINAR RESÍDUOS DA NATUREZA

Dentre os objetos recolhidos na cidade estão materiais escolares e de saúde bucal. Veja!

ENSAIO FOTOGRÁFICO: CAVALGADA DA INCONFIDÊNCIA

Os cavaleiros percorreram a Estrada Real, no trecho entre Tiradentes e São João del-Rei. Confira!

ÍDOLOS DO FUTEBOL FRANCÊS COMANDAM PROJETO NO SOCIAL

A iniciativa visa atender crianças e adolescentes de 5 a 17 anos de idade. Veja!

CICLOVIA PARA O CTAN COLOCA ESTUDANTES EM RISCO

Entre os problemas estão o estado de sujeira e o acúmulo de barro após período chuvoso. Confira!

Mostrando postagens com marcador Rio das Mortes. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Rio das Mortes. Mostrar todas as postagens

Comarca de Rio Das Mortes comemora 300 anos


“É uma comarca que respira tradição, cultura, arte, história e religiosidade”. Essa foi a declaração de abertura do Excelentíssimo Senhor Juiz da Comarca, Dr. Auro Aparecido Maia de Andrade, em comemoração dos 300 anos da antiga Comarca de Rio das Mortes, hoje Comarca de São João del-Rei. O evento que aconteceu na última quinta-feira (30), teve como convidada principal a Excelentíssima Ministra Cármen Lúcia Antunes Rocha, Vice-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), e contou também com participação do grupo teatral são-joanense, Manicômios.

A Excelentíssima Ministra proferiu palestra à distância sobre “O papel do STF no controle da constitucionalidade das leis” por meio de vídeo encaminhado aos presentes. A solenidade foi acompanhada por juízes da região, desembargadores, promotores e advogados, entre eles, o Dr. José Egídio de Carvalho, que comentou sobre a importância da comarca do Rio das Mortes no início da justiça brasileira;  acrescentou ainda que a Comarca continua operando de forma sistemática nos conflitos existentes. “Comemorar 300 anos da comarca é comemorar uma importante parte da história do Brasil”, afirmou.

O integrante fundador do grupo Manicômios, Juliano Pereira, destacou sua sensação de reconhecimento pelo fato de o grupo ter sido convidado para participar com a encenação de peças em eventos similares. 

Repórteres: Carolina Colombi; Nara Mendonça / VAN
Foto: Carolina Colombi; Nara Mendonça

Bispo visita ruinas ligadas a história da Beata Nhá Chica

O distrito de Santo Antônio do Rio das Mortes Pequeno recebeu a visita do bispo diocesano de São João del Rei, Dom Célio de Oliveira Goulart, nesta última quinta-feira (27).  Dom Célio foi visitar as ruinas da antiga capela de Santo Antônio, onde a beata Nhá Chica foi batizada a 203 anos atrás. No local a cerca de um ano foi encontrado por um processo de escavação, o piso original de uma parte da igreja.
A visita do bispo levou também a um grupo de fiéis junto ao local, onde rezaram no batistério, o mesmo onde a beata foi ungida com os santos óleos do batismo. A presença de Célio teve a companhia do frei franciscano José Milton que atualmente trabalha na comunidade.
Aproveitando a passagem dos sacerdotes, foi abençoado o primeiro totem do caminho: “As Virtudes de Nhá Chica”, onde onze marcos serão fixados ao decorrer das estradas que levarão a três referencias ligadas a Nhá Chica no distrito: o provável local do seu nascimento e morada, as ruinas da antiga capela e a atual Igreja de Santo Antônio que encontra-se a verdadeira pia batismal onde Francisca recebeu o batismo.
Para Dom Célio a importância da descoberta e colocação dos totens é muito importante, acredita que poder relembrar os passos das virtudes de Nhá Chica faz a todos um convite a seguir em caminhada aos passos de santidade que a beata desde criança viveu na comunidade, depois em Baependí.
O terreno pertencia a José Antônio que doou para a igreja da comunidade, mas até hoje cuida do espaço com muita devoção e carinho. “Isso é um presente para toda a comunidade, quando fiz essa descoberta faltava cerca de dez dias para a sua beatificação oficial, então considero isso um milagre que afirma mais uma vez que ela também é dessa comunidade.”
Os moradores do local sentem muito orgulho em ter uma santa como conterrânea. Nhá Chica viveu em nossas terras e depois foi para o sul de Minas para Baependí ainda nova, mas aqui ela aprendeu a amar as pessoas pela vida simples que viveu.” Respondi Aparecida Madalena ao ser perguntada da importância de Francisca na vida religiosa dos moradores.
Francisca de Paula de Jesus, carinhosamente chamada de Nhá Chica nasceu em 26 de Abril de 1810 no distrito de Santo Antônio do Rio das Mortes Pequeno e aos oito anos de idade mudou-se para Baependí com sua mãe Izabel e seu irmão Theotônio, onde viveu até os fim da sua vida. No dia 04 de Maio de 2013 em uma cerimônia religiosa na cidade de Baependí tornou-se oficialmente beata da Igreja Católica e aguarda o reconhecimento do Vaticano o título de santa. Dentre milhares de seus devotos encontra-se o escritor Paulo Coelho que dedicou uma de suas obras a Nhá Chica. Em 26 de abril a comunidade celebra 204 anos do batismo da beata.
Texto: Willian Carvalho
Foto: Willian Carvalho

Banda local é uma das mais tradicionais do estado


O contra-mestre da Banda e Orquestra Lira do Oriente de Santa Cecília, Roberto Múcio de Carvalho, se mostra orgulhoso com a adesão das novas gerações à banda, cujos membros mais jovens têm de 13 a 15 anos. O 118º aniversário da orquestra do Distrito do Rio das Mortes foi recentemente comemorado em um evento que homenageou também sua patrona e padroeira dos músicos Santa Cecília.

Fundada em 1895, a Banda é admirada por onde passa. Como conta o contra-mestre Carvalho, “até Tancredo Neves, em 1965, elogiou os músicos, dizendo: 'esta banda é muito importante. São os brincos de minhas orelhas!'”.

O pároco emérito Monsenhor Juvenal igualmente elogia a perseverança dos músicos, parabenizando-os pela data. Ele completa, dizendo que “essa comunidade é rica em talento. Mesmo sendo um povo humilde, sobressaem na cultura, na arte e na fé”. Além disso, o Monsenhor demonstra satisfação por as missas serem cantadas em latim, “como antigamente”, frisa ele.

José Fernandes de Carvalho, que assumiu a presidência da Orquestra recentemente, se mostra satisfeito com o cargo e confiante na parceria com os músicos em prol do crescimento da banda.

A Lira do Oriente de Santa Cecília é uma das mais tradicionais do estado de Minas Gerais, sendo a terceira mais antiga de São João del - Rei. A Banda, além de integrar as festas religiosas e atividades culturais do Distrito do Rio das Mortes, participa de diversos encontros de bandas no Campo das Vertentes.

VAN/Willian Carvalho
Foto: Willian Carvalho



Zuenir Ventura no 8º Felit


Veja mais vídeos da região do Campo das Vertentes




 


DEPENDENTES DAS TECNOLOGIAS


Veja mais vídeos da região do Campo das Vertentes