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CICLOVIA PARA O CTAN COLOCA ESTUDANTES EM RISCO

Entre os problemas estão o estado de sujeira e o acúmulo de barro após período chuvoso. Confira!

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Ensaio fotográfico: Buracos nas ruas


É comum encontrar ruas mal conservadas na sua cidade? Esses flagrantes foram feitos, na cidade de São João del-Rei, pelas fotógrafas Carolina Monteiro Colombi e Nara Mendonça.

Veja todas as fotos no link: Buracos na rua

Dados

Fotógrafo: Carolina Monteiro Colombi e Nara Mendonça
Data: Abril 2014
Local: São João del-Rei

Estado da ciclovia para o Ctan coloca em risco alunos da UFSJ


Todos os dias alunos da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), do campus CTAN, precisam trafegar pela ciclovia, da BR 294 sentido Ritápolis, a despeito do estado em que a mesma se encontra. Em entrevista, os estudantes afirmaram ter registrado queixas perante o Ministério Público, alegando o estado de sujeira e o acúmulo de barro após período chuvoso, além das falhas na proteção de cimento da via e da iluminação deficiente no período noturno.

De acordo com a estudante do curso de Zootecnia, Liliane Souza, “todas as vezes que chove, desce o barro e temos que passar pela rua”. O pedestre, ao fazer uso da rodovia, coloca sua vida em risco devido ao  tráfego intenso de caminhões no local. Outra aluna do curso de zootecnia, Julia Maia, conta que já teve que sair da ciclovia e passar pela estrada por causa da quantidade de barro que a impedia de trafegar. Com isso, sem perceber, um carro passou próximo à ciclista, que se arremessou contra a ciclovia para não ser atropelada. Sem ocorrer prestação de socorro, Maia seguiu seu percurso até que uma amiga a levasse para a UPA, onde foi constatada uma fratura no braço.

Para agilizar a recuperação da via, a aluna Ângela Santos, também do curso de zootecnia, organizou um abaixo assinado, junto a outros estudantes, a ser encaminhado para  o Ministério Público. Do documento constam fotos e um laudo de uma ambientalista; até o presente momento,  foram contabilizadas mais de 200 assinaturas de alunos e moradores que fazem uso da ciclovia. Santos afirma que a lama presente na via é proveniente da obra do “Expominas”; sempre que questionam a construtora  a limpeza da via é providenciada; contudo, a empresa não resolve a falta de contenção, para que o problema não se repita.

Ao entrar em contato com a construtora a reportagem foi informada que, juntamente à prefeitura, estão verificando a proveniência da terra que escoa para a ciclovia para que uma medida possa ser tomada.

Sendo assim, os alunos esperam que o Ministério Público, junto aos órgãos responsáveis, tomem providências para a recuperação da ciclovia, tornando-a mais segura e transitável em qualquer período do dia.

Texto: Nara Mendonça / VAN
Fotos: Jederson Rosa

Trânsito instala caos em SJDR

Crescimento da frota de veículos é o principal responsável
pela péssima mobilidade urbana na cidade

Foto: Jederson Lucas

A aquisição do tão sonhado automóvel tem se tornado cada vez mais fácil. Com o aumento do poder aquisitivo da população, aliado `as facilidades encontradas na hora da compra, nos últimos anos, o número da frota de veículos no país tem crescido exponencialmente. Dessa forma, os problemas de mobilidade urbana, que até então eram exclusivos das grandes metrópoles, atualmente já fazem parte da rotina das cidades de médio e pequeno porte.

Em São João del-Rei, esses problemas são vivenciados diariamente por motoristas e pedestres. A principal razão está ligada ao fato de a infraestrutura da cidade não ter conseguido acompanhar o “boom” do aumento percentual na frota dos meios de transporte. Segundo dados do Departamento Nacional de Trânsito (DENATRAN), no ano de 2004 havia, na cidade, 19424 veículos. Já no fechamento do último ano, havia 44748, o que corresponde a um crescimento de 130% em 10 anos.
                                              
A infraestrutura precária do trânsito da cidade afeta, principalmente, aqueles que convivem diariamente com ele. O taxista André Silva apontou os principais problemas que o afligem em seu trabalho:

– “Falta sinalização, fiscalização e ruas adequadas para o fluxo de veículos. São João del-Rei precisa de tudo isso.”                             

Se os motoristas se sentem prejudicados, os pedestres também manifestam insatisfação pelo fato de estarem perdendo espaço para os automóveis. Essa disputa entre carros e pedestres acaba por gerar conflitos entre as partes. “Falta conscientização, educação e respeito dos dois lados”, frisou a pedestre Rosa Mariléia, que ainda comentou sobre a dificuldade existente em atravessar a rua em locais em que há faixas de pedestres, mas nenhuma sinalização:

– “São poucos os motoristas que dão preferência aos pedestres.”

As pessoas que trabalham à noite também presenciam a arcaica estrutura do trânsito na cidade dos sinos. Para o moto-taxista Carlos de Almeida, aqueles que trabalham nesse turno são ainda mais prejudicados. “É complicado. A gente que trabalha à noite corre até risco de acidentes. Temos que ficar ainda mais atentos, porque não há uma boa sinalização, nem organização.”


Foto: Jederson Lucas

Além do grande crescimento da frota de carros, outro fator que leva São João del-Rei a sofrer com a deficitária estrutura, é o fato de ser uma cidade histórica, como afirmou o diretor do Departamento Municipal de Trânsito, Aracélio José dos Santos. “Por ser uma cidade antiga, a cidade não teve um planejamento de construção: as ruas são estreitas e também falta calçamento em algumas”, explicou.

Para Santos, um estacionamento rotativo aliviaria o trânsito. “Muitas pessoas estacionam às 8h da manhã e saem apenas às 18h; então quem vai chegando fica sem lugar para parar, tumultuando o tráfego”, afirmou. O diretor ainda comentou que algumas mudanças serão estudadas tais como a sinalização, que precisa ser reformulada, bem como algumas ruas, que necessitam de mudanças no sentido do tráfego.

Com a atual situação, algumas iniciativas já começaram a ser implementadas. Já está ocorrendo a substituição de semáforos com iluminação de leds, pinturas em várias ruas e trocas de placas de regulamentação de estacionamento no Centro. Para esse ano, o Departamento Municipal de Trânsito pretende criar um Plano de Mobilidade Urbana. Entretanto, até o momento, existe apenas um estudo produzido dentro de uma proposta voltada ao transporte coletivo.

Para o aposentado José Arthur, que vive em São João del-Rei há 25 anos, para que o plano dê certo, é necessário um especialista no assunto que conduza corretamente a ação. “Nada adianta se não for organizado por um engenheiro do trânsito, alguém que consiga pensar e organizar direito o projeto. Só assim o trânsito aqui vai fluir”, comentou Arthur.

Texto: Leonardo Duque / Richardson Freitas / Thobias Vieira /VAN

Estado da ciclovia para o Ctan coloca em risco alunos da UFSJ




Todos os dias alunos da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ), do campus CTAN, precisam trafegar pela ciclovia, da BR 294 sentido Ritápolis, a despeito do estado em que a mesma se encontra. Em entrevista, os estudantes afirmaram ter registrado queixas perante o Ministério Público, alegando o estado de sujeira e o acúmulo de barro após período chuvoso, além das falhas na proteção de cimento da via e da iluminação deficiente no período noturno.

De acordo com a estudante do curso de Zootecnia, Liliane Souza, “todas as vezes que chove, desce o barro e temos que passar pela rua”. O pedestre, ao fazer uso da rodovia, coloca sua vida em risco devido ao  tráfego intenso de caminhões no local. Outra aluna do curso de zootecnia, Julia Maia, conta que já teve que sair da ciclovia e passar pela estrada por causa da quantidade de barro que a impedia de trafegar. Com isso, sem perceber, um carro passou próximo à ciclista, que se arremessou contra a ciclovia para não ser atropelada. Sem ocorrer prestação de socorro, Maia seguiu seu percurso até que uma amiga a levasse para a UPA, onde foi constatada uma fratura no braço.

Para agilizar a recuperação da via, a aluna Ângela Santos, também do curso de zootecnia, organizou um abaixo assinado, junto a outros estudantes, a ser encaminhado para  o Ministério Público. Do documento constam fotos e um laudo de uma ambientalista; até o presente momento,  foram contabilizadas mais de 200 assinaturas de alunos e moradores que fazem uso da ciclovia. Santos afirma que a lama presente na via é proveniente da obra do “Expominas”; sempre que questionam a construtora  a limpeza da via é providenciada; contudo, a empresa  não resolve a falta de contenção, para que o problema não se repita.

Ao entrar em contato com a construtora a reportagem foi informada que, juntamente à prefeitura, estão verificando a proveniência da terra que escoa para a ciclovia para que uma medida possa ser tomada.

Sendo assim, os alunos esperam que o Ministério Público, junto aos órgãos responsáveis, tomem providências para a recuperação da ciclovia, tornando-a mais segura e transitável em qualquer período do dia.

Texto: Nara Mendonça / VAN
Fotos: Jederson Rosa

São João del-Rei participa de campanha de coleta de lixo


São João del-Rei participa da campanha “Hora Certa Cidade Limpa”, que visa melhorar o funcionamento da coleta de lixo no munícipio. A ideia surgiu quando a Arbor, responsável pela limpeza urbana na cidade, procurou a Associação Comercial de São João del-Rei e a Câmara de Dirigentes Lojistas para tentar fazer uma parceira, já que, segundo a empresa, o acumulo de lixo, resultado de materiais de lojas no Centro, estava aumentando.

O projeto iniciou-se no dia 15 de setembro, com visitas a empresários para orientá-los sobre o melhor horário para que se coloque os resíduos nos pontos de coleta, evitando um maior tempo de exposição nas vias públicas. “A gente está falando os horários corretos de retiradas para as empresas e os caminhões estão sendo rigorosos em cumprir os horários”, destacou a presidenta da Dinâmica Consultoria Jr, Thalita Carvalho, que juntamente com o prefeitura municipal, apoiam o projeto. No centro, a coleta do lixo está programada para acontecer todos os dias, às 9h e às 18h.

“A primeira parte da campanha já está sendo feita. Uma equipe passa nas lojas e promove a conscientização dos comerciantes locais. Começou no Centro, mas vai ser estendida para o Matosinhos e o Tijuco, que são os bairros com o maior número de estabelecimentos comerciais. Depois a gente vai criar uma nova abordagem para atingir o público das residências e, logo depois, procurar fazer uma parceria com a secretaria de Educação para levar a campanha para as escolas”, informou a assessoria de imprensa da Associação Comercial e Câmara de Dirigentes Lojistas.

A gerente Ítala Fernanda, que já aderiu ao projeto, acredita que a campanha vai ter um bom resultado:

– “Lixo é um problema de rotina que às vezes passa despercebido para quem trabalha. A campanha ressalta a importância de se preocupar com isso”.

Quem quiser saber mais, pode curtir a página da campanha no Facebook.


Texto:VAN/Camilla Silva
Foto: Divulgação



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