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Apresentador da ESPN ministra palestra na UFSJ


No encerramento do 3º Encontro Regional de Comunicação, acontecerá a palestra sobre Jornalismo Esportivo, às 19 horas, no anfiteatro da Biblioteca do Campus Tancredo Neves (Ctan). Os palestrantes serão o narrador, apresentador e repórter da ESPN Eduardo Monsanto, e o jornalista da SporTV Guilherme Oliveira.

Eduardo Monsanto nasceu em Petrópolis no dia 3 de março de 1979. Em 2001, ele concluiu sua graduação em Jornalismo, na Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF).

Monsanto iniciou sua carreira aos 18 anos na Rádio Solar AM, em Juiz de Fora. Entre os anos de 2002 e 2005, foi repórter e apresentador da TV Panorama, afiliada da Rede Globo, em Juiz de Fora. Teve uma breve passagem pela EPTV, também afiliada Rede Globo, em Varginha. Na TV, ele apresentou o programa Panorama Esporte. Atuou também na Rádio Panorama FM, na equipe esportiva. Desde 2005, está na ESPN Brasil, onde ele participa das transmissões esportivas do canal. 



VAN/Fernanda Rezende
Foto: Marcius Barcelos

Guilherme e o sonho de produzir uma copa



Hoje (30), dentro da programação do 3º Encontro Regional de Comunicação, será realizado debate entre os jornalistas Guilherme Henrique Oliveira (da SporTV) e Eduardo Monsanto (da ESPN), às 19h, no Campus CTAN, da UFSJ. O evento é gratuito e aberto ao público.

Guilherme Oliveira, 32 anos, nasceu em Vassouras, no Rio de Janeiro, mas se considera juiz-forano, pois foi criado em Juiz de Fora, em Minas Gerais. Ele conta que trabalhar com esportes é um sonho que o acompanha desde muito cedo. Por isso, poder trabalhar com  jornalismo esportivo hoje é uma grande realização.

O jornalista iniciou sua graduação na UFJF aos 22 anos, pois teve que sair bastante jovem de casa para trabalhar desde os 17 anos. Seu primeiro emprego foi em 1999: “Trabalhei num curso de inglês. Comecei entregando panfleto na rua e saí de lá como diretor de marketing”. Mas apesar disso, o seu caminho seria marcado  pelo jornalismo. Antes mesmo de entrar para a faculdade, trabalhou com Jornalismo policial, ficando um ano na Policia Militar;  fez  até um curso de segurança pública. Contudo, no segundo período de faculdade, descobriu que essa área ainda não era o que pretendia.  

Sendo assim, Guilherme Oliveira seguiu em frente; trabalhou no portal Acessa.com de Juiz de Fora, tendo sido responsável pelo caderno de esportes, além de cobrir também matérias de polícia, cidade e cultura. Realizou ainda outro sonho, que era o de trabalhar na Rádio Solar, de Juiz de Fora. O jornalista conta que chegou até a “apresentar o principal programa de esporte, o Super Bate Bola”.

No ano de 2008, passou no concurso da Rede Globo de televisão e se mudou para o Rio de Janeiro, terminando sua graduação. Atualmente, o jornalista trabalha numa das maiores empresas de comunicação em esporte no Brasil, o SporTV. Segundo ele, essa é uma experiência sensacional, pois pode acompanhar de perto o universo esportivo e cobrir grandes eventos. Desde o ano de 2010, ele trabalha diretamente com a seleção brasileira e espera poder cobrir a seleção nesse ano de Copa.

Atualmente, em 2014, Oliveira pretende iniciar a sua pós-graduação em Cinema Documentário na Fundação Getúlio Vargas (FGV), por ser uma outra área que lhe desperta grande interesse. Além disso, quer ainda trabalhar fazendo filmes sobre Juiz de Fora e região. Dentre seus planos futuros está também escrever um livro sobre os bastidores da Copa, já tendo iniciado uma obra sobre a história do título carioca do Fluminense de 1995.

Jornalista competente, Guilherme Oliveira recebeu o prêmio de melhor matéria factual de esportes da Rede Globo e espera que nesse ano tudo dê certo para que possa ser um dos produtores da Copa do Mundo no Brasil.

VAN/Lucas Porfirio
Foto: Marcius Barcelos 

Joel Silva e a realidade extrema




O famoso escritor colombiano Gabriel García Márquez certa vez escreveu que “(..) o jornalismo é uma paixão insaciável que só se pode digerir e humanizar mediante a confrontação descarnada com a realidade”. Essa realidade extrema pôde ser vivenciada pelo fotógrafo Joel Silva em agosto de 2013, quando ele cobria as manifestações que eclodiram no Egito e deram início à onda de protestos que ficou conhecida como Primavera Árabe. Joel foi atingido de raspão por um tiro na capital egípcia e teve que ser tratado às pressas por médicos no hotel em que estava hospedado.

Mineiro de Itaú de Minas, Joel Silva estudou fotografia na Escola de Artes Bauhaus, em Ribeirão Preto. Em 1994, ele iniciou a carreira de fotojornalista no caderno regional Folha Ribeirão, indo dois anos depois para o extinto Notícias Populares, onde participou de coberturas da Copa do Mundo de 1998, na França. Realizou também uma série de matérias sobre as Forças Revolucionárias da Colômbia (FARC), permanecendo acampado 20 dias com guerrilheiros. Em 2001, Joel regressou para o grupo Folha, onde permanece até os dias atuais.

Em 2008, junto com jornalista Mário Magalhães, produziu um especial sobre o trabalho na cana-de-açúcar, que rendeu 8 prêmios, todos sobre direitos humanos. Dentre essas premiações, o Every Human Has Rights, concedido pela ONU; o Prêmio Wladmir Herzog e o Prêmio Folha de Jornalismo.

Com ênfase em jornalismo de guerra, Joel cobriu ainda o  Golpe Militar em Honduras, em 2009, e a ocupação do exército no Morro do Alemão, no Rio de Janeiro, em 2010.

Joel Silva estará presente no 3º Encontro Regional de Comunicação, promovido pelo curso de Comunicação Social - Jornalismo entre os dias 28 e 30 de janeiro. O fotojornalista realizou, no dia 28, uma palestra sobre Coberturas de conflitos internacionais às 19 horas e, no dia 29, no mesmo horário, dividirá o palco com o professor de Sociologia (UFSJ) Euclides Couto, em uma palestra sobre Copas do Mundo e reflexos sociais.

O evento é gratuito e é uma iniciativa da Vertentes Agência de Notícias (VAN), programa de extensão ligado ao curso.

VAN/Ana Claúdia Lima
Foto: Marcius Barcelos

1ª videoconferência do Jornalismo


No dia 28 de janeiro, das 17h30 as 18h30, foi realizada no 3º Encontro Regional de Comunicação, a primeira videoconferência do curso de Comunicação Social-Jornalismo da UFSJ. O convidado foi o correspondente internacional, do jornal Folha de S. Paulo, Samy Adghirni. Cinco alunos do Jornalismo puderam participaram da atividade e fazer suas perguntas ao jornalista. 

O correspondente é filho de marroquino com a brasileira professora e pesquisadora do Curso de Comunicação da UNB, a jornalista Zélia Leal Adghirni, nasceu em 11 junho de 1979, em Lyon, França, porém não tem cidadania francesa. Passou a infância no Marrocos, mudou-se para o Brasil com a família aos 11 anos e aos 18 voltou para a França, lugar em que se formou em Jornalismo, pela Universidade Stendhal, em Grenoble. Além da língua portuguesa, Samy Adghirni, fala francês, inglês, espanhol, árabe, um pouco de italiano e farsi (idioma do Irã).  



Trabalha para Folha de S.Paulo, desde 2007, onde agora é correspondente internacional, com base em Teerã.Trabalhou em diversos veículos franceses, tais como o “Correio Braziliense", France Presse, Radio France Internationale, Radio BFM e Trax Magazine. Também cobriu a Copa do Mundo de Futebol da França (1998) para a rádio Guaíba (RS), de Porto Alegre. 

No Brasil, escreveu para o caderno Mundo, foi setorista do Itamaraty e colunista de musica eletrônica do Correio Braziliense (DF).  

Como correspondente cobriu a Primavera Árabe no Egito, na Líbia, e na Tunísia; fez reportagens no Marrocos, Irã, Iêmen, Israel, Faixa de Gaza, Cisjordânia, Síria e Jordânia. Além desses países, escreveu reportagens diretamente dos EUA, República Dominicana, Equador, Argentina, e países europeus. Atua como especialista em assuntos do Oriente Médio. 

VAN/ Silvia Cristina Reis 
Foto: 1-Marcius Barcelos/ 2-Arquivo Pessoal

Professor do curso de Letras ministra oficina de texto


José Antônio de Oliveira Resende é vice coordenador do curso de Letras da Universidade Federal de São João del - Rei (UFSJ). Ele possui mestrado em Estudos Linguísticos pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e doutorado também na mesma área pela UFMG. Atualmente é professor na Universidade Federal de São João del - Rei.

José Antônio Resende possui vasta experiência na área de Linguística, Linguística Textual, Linguística Aplicada, Ensino de Língua Portuguesa e Análise do Discurso, com ênfase em Leitura e Produção de Texto, atuando principalmente nos seguintes temas: enunciado, textualidade, redação, construção textual, texto e produção de texto, alienação, construção textual, discurso, humor, avaliação, semântica,  comparativo e superlativo.

Possui também inúmeros artigos publicados em periódicos, livros, resumos publicados em Anais de Congresso, além de ter cerca de 35 trabalhos apresentados.

Durante o 3º Encontro Regional de Comunicação vai ministrar oficina de Produção de Texto, nos dias 28, 29 e 30,  das 14 às 16 hs, na sala 3.31, no prédio do REUNI Jornalismo.

VAN/Iolanda Pedrosa
Foto: Marcius Barcelos

6ª Parada LGBT reúne cerca de 7 mil pessoas em SJDR


A sexta Parada da Cidadania e do Orgulho de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Simpatizantes da região das Vertentes reuniu, neste domingo, 15 de setembro, mais de sete mil pessoas em São João del-Rei. O evento, este ano, contou com a presença do prefeito da cidade, Helvécio Reis, para sancionar a Lei 6556 que cria o Conselho municipal LGBT.

"A parada é uma provocação para fazer as pessoas refletirem sobre a importância de se respeitar o ser humano, respeitar as pessoas pelas escolhas que fazem”, declara Helvécio Reis. “Do ponto de vista dos direitos humanos, ela exerce um grande papel de desmascarar as coisas, de não achar pudor nesse debate, não achar vergonhoso e encarar uma questão importante", opina o prefeito.

A Drag Quenn, Nathaly Simpson, convidada da Parada LGBT este ano, ressalta que há seis anos é transformista e acha um trabalho muito rigoroso e bem feito. Nathaly conta que são horas de maquiagem, são dias para fazer uma produção bonita e frisa: "nós não queremos que nos aceitem, nós queremos que nos respeitem". A professora Paula Guimarães afirma: "Eu acho que tem que haver sim uma lei que, de certa forma, garanta a livre escolha sexual para proteger os homossexuais". Se referindo a aprovação da PLC 122 que criminaliza a homofobia e que foi tema da 6ª Parada LGBT. 

De acordo com Márcio Tadeu é muito importante ter a Parada LGBT como forma de se combater o preconceito e a homofobia. “O movimento não é para todos saírem se pegando, mas sim para falar dos nossos direitos, porque somos humanos”, afirma Márcio. Ele ressalta ainda que “tem gente que acha que nós, gays, somos doentes e um exemplo disso é a proposta da Cura Gay. Acho que deveria ter cura para outras coisas, como a AIDS”.

Esta edição da Parada LGBT teve a colaboração dos alunos de medicina da Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ) que montaram uma barraca com o intuito de instruir a comunidade LGBT sobre a AIDS. Segundo o estudante Leandro César, os testes de HIV e de outras doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) estão disponíveis no Centro de Testagem e aconselhamento (CTA). 

Leandro enfatiza que a pessoa deve realizar o teste sempre que fizer relação sexual sem o uso de preservativo e explica que “essa é a primeira parceria com a Parada LGBT de São João del-Rei, mas dentro da UFSJ nós desenvolvemos ações relativas às DSTs e educação sexual”. A importância da iniciativa se deve ao fato que “a AIDS continua sendo o principal problema de saúde pública dos jovens gays.”, revela Carlos Bem, líder do Movimento Gay da Região das Vertentes (MGRV).


Homenagem ao Marcos Paulo, ex-aluno do curso de Jornalismo

Marcos Paulo, ex-aluno do curso de Jornalismo
da UFSJ. Crédito: Konvyt

Marcos Paulo Andrade, também conhecido por M.P, cursou Jornalismo na UFSJ e era aluno da primeira turma do curso. A notícia de seu falecimento, no dia 13, sexta-feira, foi uma tristeza para todos os professores e colegas. Ele também fazia parte da comunidade LGBT e foi homenageado na Parada do Orgulho Gay pelo colega do curso de Jornalismo e integrante do MGRV, Paulo Carvalho.

Paulo solicitou aplausos e também pediu um minuto de silêncio em respeito a Marcos Paulo. “Hoje ele estaria aqui com sua alegria contagiando todos nós, mas infelizmente não está. Todos que conheceram Marcos Paulo sabem o quanto ele era uma pessoa divertida e o quanto ele nos representava, mesmo sofrendo discriminações, pois assumia sua sexualidade e nunca teve vergonha disso”, ressaltou Paulo.



 Encerramento Parada LGBT 2013


A Parada LGBT 2013 se encerrou na Avenida Tancredo Neves com os shows das transformistas: Nathaly Simpson, Shayala Lee e também da cantora Paula Sete. Paulo Carvalho, organizador do evento, declara que "as atrações são escolhidas de acordo com as lideranças dos Direitos Humanos que possuem vínculos com o MGRV, ou seja, que já são parceiros e que estão sempre apoiando as atividades durante todo o ano".



VAN / Marina Ratton
Fotos: Marina Ratton 







Zuenir Ventura no 8º Felit


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