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ONG ATUAÇÃO AJUDA A ELIMINAR RESÍDUOS DA NATUREZA

Dentre os objetos recolhidos na cidade estão materiais escolares e de saúde bucal. Veja!

ENSAIO FOTOGRÁFICO: CAVALGADA DA INCONFIDÊNCIA

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ÍDOLOS DO FUTEBOL FRANCÊS COMANDAM PROJETO NO SOCIAL

A iniciativa visa atender crianças e adolescentes de 5 a 17 anos de idade. Veja!

CICLOVIA PARA O CTAN COLOCA ESTUDANTES EM RISCO

Entre os problemas estão o estado de sujeira e o acúmulo de barro após período chuvoso. Confira!

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DNJ é celebrado na cidade de Prados


“O Dia Nacional da Juventude (DNJ) esse ano foi muito bom, pois foi o resultado de uma preparação realizada com empenho, responsabilidade e cooperação”, afirmou o padre Roberto Modesto Carneiro, da Paróquia de São João Bosco, da Diocese de São João del-Rei. Esse ano, o lema do DNJ foi “feitos para sermos livres e não escravos”, refletindo sobre a temática do tráfico humano, seguindo as reflexões feitas na campanha da Fraternidade 2014. O evento teve início no sábado (15) e foi realizado na quadra poliesportiva Adalberto de Carvalho Valle, com adoração ao Santíssimo Sacramento e acampamento, sendo organizado pelo Setor Diocesano de Juventude, juntamente com os padres da Diocese, reunindo jovens de toda a região. “É um evento onde as pessoas podem se entregar mais a Deus. É uma forma de confraternização e, em relação aos outros anos do DNJ, este ano está com uma estrutura melhor”, comentou Luis Cláudio (23), de Resende Costa. 

Em todos os anos, organiza-se um dia de festa da juventude, sempre com um tema importante a ser debatido e trabalhado em grupo. Segundo Dalmo Coelho C. Filho, “a juventude brasileira é uma das parcelas mais sofridas da sociedade, a mais atingida pelo desemprego e pela violência, mas a alegria e vontade de estar junto também são uma de suas marcas”. Andreza Ludgero, da cidade de Nazareno, que esteve no evento, declarou: 

– “No momento inicial, com instantes de oração e de partilha, aprendemos que podemos ser sim jovens livres nesse mundo, onde o mal nos prende e nos faz perder o verdadeiro sentido da vida”. 

No domingo (16), além de palestras, gincanas e muita animação, houve missa e homenagem à Nhá Chica. O encerramento ficou por conta da banda católica Filhos do Céu, da cidade de São João del-Rei. O são-joanense Samuel Moreira (15) participou pela primeira vez e ressaltou seu desejo de comparecer na próxima edição do DNJ:

– “Foi muito bom, um grande aprendizado. Esse encontro me animou mais a ir na Igreja e a convidar mais jovens para partilhar desses momentos”. 

Lucas Lara, que é assessor jovem da Diocese e coordenador do Setor Diocesano da Juventude, contou sobre o balanço geral do evento: 

– “Esperávamos de 500 a 1500 pessoas e compareceram em torno dessa média. O engajamento deste ano foi um pouco maior por parte dos diversos grupos e cidades que participaram. A preparação foi intensa e de extremo envolvimento da assessoria do Setor da Juventude, com apoio dos jovens e da Paróquia de Prados”.

O primeiro DNJ aconteceu no ano de 2012, na cidade de Lavras. Em 2013 foi em Mindurí, Forania de Andrelândia, e o próximo acontecerá na cidade de São João del-Rei.

Matéria: Thaís Andressa/ VAN
Foto: Thaís Andressa

Prados sedia encontro de motociclistas

 

Em setembro, Prados  foi palco da 7ª  Confraternização de Motociclistas, que reuniu também as cidades de São João del-Rei, Barbacena, Nazareno, Entre Rios, Lagoa Dourada, além de integrantes do Rio de Janeiro e São Paulo. Há ainda cerca de noventa moto-clubes participantes. Toda renda arrecadada no evento, por meio do churrasco, rifas de jaquetas e até ajuda dos patrocinadores, foi revertida para a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais  ( APAE) da cidade.
  
Alcinéia Cardoso Rodrigues, conhecida como Néia, que fazia parte do grupo “Bois na Estrada”, de São João del-Rei e é membro da organização, conta sobre a iniciativa da criação de um moto-clube na cidade:

– “O moto-clube Imigrantes do Asfalto está sendo inaugurado no evento. Por enquanto temos sete integrantes no grupo, mas esperamos que ele cresça”.

Ainda segundo Alcinéia Rodrigues, estão programados os shows das bandas Opala Azul, Corrente Elétrica e Universo Inverso, além de som mecânico nos intervalos.

Edson Rodrigues de Freitas, de 66 anos, da cidade de Entre Rios de Minas, está na estrada desde 1999, faz parte do grupo Steel Goose e é a 3ª vez que participa do evento na cidade. 

Jane Ramos, de São João del-Rei, é novata no ramo, conforme relatou: 

– “Faço parte da Lone Tiger and Ride; tem cerca de um ano que comecei a participar por influência do meu namorado, que já está nessa desde 1984 e eu estou adorando”.

A integrante do grupo Falcões de Ouro, de São João del-Rei, Nilza Falcão, está sempre participando dos eventos na cidade. “Faz 12 anos que eu participo e eu adoro; é minha segunda família. Já fiz parte de outros dois moto-clubes. Entrei para esse meio a convite de um amigo e não saí mais”, relata Nilza Falcão.

Carlos André Macarlo, de 73 anos, do Rio de Janeiro, que anda de moto há 53  e faz parte do grupo Irmandades Caveira conta: 

– “Gosto desses eventos; é tudo bem organizado, não costuma sair bagunça, tem rock, é muito bom. Faço parte do Harley Owners Group, o maior moto-clube do mundo e desde que tirei minha habilitação há 53 anos nunca levei uma multa”. 

A 7ª Confraternização de Motociclistas de Prados, é uma promoção do Moto Clube Imigrantes do Asfalto, de Prados, juntamente com o MC Cromadas da Real, de São João del-Rei e o Moto Group, de Lagoa Dourada. Realizado na Praça Dr. Viviano Caldas, centro da cidade, o evento conta com o apoio da Prefeitura Municipal de Prados, por meio do Departamento Municipal de Cultura, Turismo e Esportes, da APAE, da Polícia Militar e do Portal de Notícias Prados Online.

Texto:VAN/Juliana Reis
Foto: Juliana Reis

Prados realiza Encontro de Bandas


O terceiro Encontro de Bandas, que aconteceu no domingo (24), na cidade de Prados, reuniu um público considerável. Para o prefeito da cidade, Maurílio José de Lima, é necessário sempre ter projetos que incentivem a cultura, já que os jovens andam um pouco distantes da cidade e Prados é considerada uma cidade de música. “Criamos projetos relacionados à cultura para incentivar mais a participação dos jovens, além de ser um evento que traz harmonia entre as cidades vizinhas”, comenta.

Este ano foram quatro bandas participantes: a Lira Ceciliana de Prados, Banda Santa Cecília de Coronel Xavier Chaves, Banda Municipal de Barroso e Lira Nossa Senhora das Dores de Dores de Campos. Homenagearam Paulo Américo da Costa, já falecido, que compôs várias músicas. As bandas desfilaram pela rua central da cidade e logo após tocarem juntas o Hino Nacional e o Dobrado, ritmo militar próprio das bandas, cada uma se apresentou.


O músico da cidade, Rosberg Jesus do Patrocínio, que é um amante da música, auxiliou a prefeitura na organização do evento. “Toco flautin e teclado há 16 anos e há 1 ano me apresento na Banda Municipal de Barroso e na Lira Nª Sª das Dores de dores de Campos”, disse Rosberg.

Texto: VAN/Juliana Sousa
Foto: Juliana Sousa

Sanfoneiros espantam o frio pradense


O 3° Encontro de Sanfoneiros movimentou a cidade de Prados esse mês, contando com a presença de artistas locais e de toda a região, dentre eles sanfoneiros, violeiros, tocadores de pandeiro e cantores. O prefeito da cidade promoveu uma homenagem póstuma à senhora Maria de Lurdes, falecida em 2013 e única mulher a integrar o grupo de sanfoneiros. Foi rezado um Pai Nosso e uma Ave Maria em sua intenção.

A cidade de Prados é rica em cultura popular e, além de ter a tradicional Semana Santa, uma das mais conhecidas no estado, possui grandes artistas locais, não apenas na música, mas também no artesanato.

José da Silva - o Zé Gaitero – é tocador de sanfona há mais de 50 anos e  primo de Maria de Lurdes. “Ela gostava muito de cantar e tocar, apesar de ter muita vergonha. Eu sempre a ajudava, dava apoio, fiquei com pena porque ano passado foi a primeira apresentação dela e, logo depois, ela faleceu”, registrou Zé Gaitero.
O sanfoneiro mais novo do grupo é Pablo Henrique, de apenas 14 anos e sanfoneiro há dois anos e meio.  “Esse ano teve mais gente para ver, foi mais legal”, contou ele.

O evento teve também a presença do sanfoneiro mirim da cidade de Barroso Vinicius Santos Freitas, de apenas 6 anos. “Eu toco sanfona desde os três anos, aprendi a tocar sozinho assistindo DVD e também gosto de cantar. Gostei muito de participar, aqui na cidade estava muito animado!”, afirmou o pequeno sanfoneiro.

Texto: VAN/Juliana Sousa
Foto: Juliana Sousa

Festa do Tropeiro movimenta a cidade de Prados


Em sua 10ª edição, o Encontro de Tropeiros agitou a cidade de Prados na última semana, simultaneamente à festa do Pradense Ausente. Comidas e bebidas típicas, tira-gosto e tropa de burros relembraram o cotidiano dos tropeiros, além de atrair visitantes de diversas localidades.

O tropeiro Nivaldo Ribeiro, popularmente conhecido como Cabaço, afirma que ser tropeiro está no sangue. “Desde os sete anos de idade que eu sou tropeiro. Viajava vendendo arreio, botinas. Enfim, adoro isso, é minha paixão!”, relata. A dorense Adriana da Costa comenta que sempre vai prestigiar a festa, afirmando gostar “muito de participar, já que é uma festa popular e ficamos todos à vontade”.

O também dorense Adriano José Ferreira faz parte da equipe de organização já há oito anos e, segundo ele, fazer a Festa do Tropeiro acontecer exige “muito sacrifício, pois dependemos de doações principalmente dos açougueiros e alambiques, pela carne e pinga. Gosto muito dessa festa, até porque sou neto e filho de tropeiros”, destaca o organizador.

Marcos Finta, vice-prefeito da cidade de Prados, reafirma as dificuldades em ser realizado o encontro e também a satisfação de, apesar de tudo, o evento já ser realizado há uma década. O vice-prefeito complementa também que contam com o apoio de “pessoas como Tilica, Jussara e Adriano, de Dores de Campos”. De acordo com Marcos Finta, a festa é gratuita e aberta à população, além de terem “a barraca em benefício da AMAI (Associação Municipal de Apoio ao Idoso)”.

Texto: VAN/Juliana Sousa
Foto: Juliana Sousa

Problema em rua traz transtornos a Prados

Moradores sofrem transtornos há cerca de dois anos e meio em rua parcialmente interditada por risco de desmoronamento devido às chuvas

Há cinco meses, a Prefeitura de Prados havia informado que uma verba no valor de aproximadamente R$1milhão sairia no começo de janeiro, para reparos na Rua Antônio Cardoso Vale, em Pinheiro Chagas. No entanto, a verba não saiu, moradores e pessoas que diariamente passam pelo local se incomodam com o estado da rua e cobram um posicionamento das autoridades.

O artesão Gervásio Santos, que mora em frente à rua, se mostra bastante incomodado pela situação:

- “Como meu artesanato fica em frente à rua, o caminhão da transportadora vem pegar a mercadoria e estaciona em frente à minha loja, fecha a rua, então a polícia vem e pede para retirar o caminhão, porque atrapalha o fluxo de carros da rua. Além do mais, muitas pessoas estão usando o local para jogar lixo”. 

O estudante Luan Fernando, que trabalha próximo à rua, afirma que “tem muita poeira, o trânsito não é sinalizado, geralmente depois das 15h fica um tumulto de carros. E tem também a questão do lixo que, mesmo com dois latões próximos, o povo joga lixo no buraco. Está precisando ter mais sinalização e essa imagem deixa feia a cidade”.

A Prefeitura de Prados informou, através do Chefe de Gabinete Reginaldo Nascimento, que “estamos apenas esperando a liberação de Brasília. O ministro já autorizou a verba, só que é necessário fazer um empenho do dinheiro para, aí sim, liberar o edital e fazer a licitação da obra para começar a arrumar esses locais”. Ele ainda disse não ter como prever a data, devido aos processos burocráticos, mas espera que a situação se resolva o quanto antes, uma vez que o projeto já foi aprovado. 

O chefe de gabinete adiciona sobre a expectativa do recebimento da verba federal:

 - “Esperamos que isso aconteça o mais rápido possível, porque é ano de eleição e, então em determinado período, a prefeitura não pode exercer nenhum projeto”.

Texto: VAN/Juliana Sousa
Foto: Juliana Sousa

4° Trilhão Off Road promete agitar Prados nesse fim de semana

Adrenalina, velocidade, trilhas, obstáculos farão parte do 4° Trilhão em Prados além de premiação para os cinco primeiros colocados.

A cidade de Prados vai ser palco do 4° Trilhão neste domingo dia 27 de abril com largada no Parque de Exposições a partir das 9h30min. Os organizadores do evento membros da equipe Adrenalina Motos, Marcio Aparecido de Andrade e Geraldo Junior Fonseca, informaram que a organização do evento começou no dia 1° de fevereiro contando com o apoio da Prefeitura, Polícia Militar, patrocinadores e voluntários. 

“A prefeitura nos ajudou cedendo o espaço público (parque de exposições), quadra poliesportiva, cartazes de divulgação do evento, liberação de um caminhão especifico para possíveis resgates e a ambulância de apoio” relata Marcio Andrade. Os patrocinadores ajudaram financeiramente e terão seu estabelecimento divulgado durante o evento, Marcio Andrade ressalta “todo dinheiro arrecado é usado para cobrir as despesas do evento como troféus, camisas, café da manhã, almoço e etc”.

O pradense Frederico Costa participara da prova sendo o guia da trilha. “Será um passeio muito legal com muitas aventuras, tendo vários obstáculos para testar a habilidade dos pilotos”, informa. A organização do evento aposta que tenha grande participação com mais ou menos 200 pilotos, pois o evento foi bem divulgado em várias cidades da região. “Nossa expectativa é a melhor possível, pois estamos fazendo o possível para melhorar a cada ano, gostaria de lembrar que isso é um esporte e merece apoio assim como o futebol, natação e vários outros, desde já agradecemos a atenção e contamos com a presença de todos” complementa a equipe Adrenalina Motos.

Gustavo Gomes gosta de adrenalina e velocidade e está ansioso para que chegue logo o evento “Marcio Andrade e sua equipe capricharam no trajeto com trilhas de variados níveis técnicos além de contar com lugares lindos” afirma. Os organizadores do evento ainda informam que será cobrada um taxa de R$35,00 dos pilotos para custear café da manhã e almoço, terá sorteio de brindes e premiação para os cinco primeiros colocados além de um circuito fechado para os pilotos e entretenimento da galera.

A Polícia Militar fará o acompanhamento no deslocamento dos pilotos do parque de exposições até o posto São José no centro da cidade, dali pra frente entra se nas trilhas com um percurso de 65 km cheios de obstáculos.

Texto: VAN/Juliana Souza
Foto: Márcio Andrade

Prados sofre com tráfico de drogas

Banheiro público da cidade de Prados que são usados para o consumo de drogas.

“Ao fazer uma denúncia, tenha dados concretos, com informações  sobre o suposto traficante e local onde este guarda as drogas”, é um apelo do tenente Wolkester Rolleigh, de Prados. De acordo com ele, a colaboração da população é importante no combate ao tráfico de drogas, problema que tem se agravado em Prados.

Dentre as queixas, moradores afirmam que o banheiro público da cidade vem se tornando ponto de consumo de drogas. Apesar do aparente aumento no número de usuários, a Polícia Militar informa que não há dados precisos que comprovem esse crescimento, tendo sido feita apenas uma apreensão este ano. Além disso, foram cumpridos vários mandados de busca em residências de suspeitos, mas não foram encontradas substâncias ilícitas.

A jovem pradense Susane Fonseca lamenta que cenas de consumo de entorpecentes sejam comuns no município, porém acredita que o investimento em projetos educativos pode “amenizar os problemas, mantendo [os usuários] longe das drogas”.

Keithymara Possa é mãe de duas crianças e afirma que “nem mesmo as autoridades sabem como resolver definitivamente a questão”, levando as políticas de combate ao tráfico e consumo de drogas a um impasse.

De acordo com o estudante  Wesley Militani, residente em São João del – Rei,  a discussão sobre as drogas não deve ser limitada ao que é lícito ou não, sendo preciso analisar as origens do problema. O estudante afirma que “precisamos de mais locais públicos para recreação, pistas de skate, piscinas, represas, arborização de praças e vias públicas, bibliotecas, cinemas, feiras, mostras de arte e cultura”. Ele completa: “Precisamos que as secretarias de cultura e lazer realizem mais projetos que deem oportunidades às crianças e adolescentes, incentivando-os no esporte e nas artes”.

Texto: VAN/Juliana Sousa
Foto: Juliana Sousa

Polícia orienta população com dicas de segurança para as férias


“O grande desafio a ser enfrentado pela Polícia Militar é repassar dicas de segurança e de fato conseguir fazer com que as pessoas assimilem as orientações e não apenas as deixem de lado”, declara o Tenente Wolkester Rolleigh da PM de Prados.

Algumas dicas já conhecidas pela população reforçam a segurança como:

- Evitar deixar a residência com aparência de vazia, não fechar cortinas e muito menos deixar luzes acessas durante o dia e a noite.

- Ao viajar avisar parentes, vizinhos de confiança ou até mesmo a própria polícia, para que verifiquem esporadicamente a residência.

- Procurar formar uma rede de vigilância comunitária para que haja observação mútua de residências.

- Evitar comentar com pessoas estranhas que irá viajar.

- Crianças devem viajar sempre no banco traseiro e com cinto de segurança ou em cadeirinhas próprias.

- Antes de viajar conferir os equipamentos do veiculo como triângulo, chave de rodas, pneu sobressalente, macaco e extintor de incêndio carregado.

- Checar a data de vencimento da CNH e documentação do veiculo.

- Evitar dirigir a noite, sob neblina e por longos períodos sem descanso.

- Não se aventurar perigosamente, deixando de lado a sua própria segurança e a de terceiros.

- Ficar atento para não cair em golpes aplicados por estelionatários através do telefone, bilhete premiado dentre outros.

“A população se informa sobre todas as dicas mais ainda sim muitas pessoas acabam caindo em golpes, sendo assaltadas, furtadas, na maioria das vezes por descuido ou por não dar atenção a essas dicas”, alerta o tenente Wolkester.

A cidade é bem pacata e por isso o índice de furtos durante a época de fim de ano ou dia-a-dia normal é bem pequeno ou inexistente, muitos estabelecimentos fazem o uso de câmeras para inibir possíveis atos.

VAN/ Juliana Sousa
Foto: Juliana Sousa

Dores e Prados comemoram lucros nas vendas de final de ano


Natal é  tempo de festa,  época de celebrar a paz, o amor, alegria, e, é claro ir às compras. Dores de Campos e Prados reforçam esta tradiçao nesta época. Segundo a Associação Comercial e Industrial da região (ACIDEC), as vendas aumentam significativamente e os comerciantes conseguem obter lucros de 20%, 30%, 40% e até 50% acima dos meses anteriores do ano.

Em Prados, as vendas melhoraram ou se mantiveram iguais sem perdas e ganhos, em comparação com o ano passado. Algumas lojas se ampliaram e fizeram at é o uso de promoções para chamar a atenção dos clientes. Como a cidade é considerada turística, o comércio recebe frequentemente a visita de várias pessoas, principalmente nas lojas de artesanato. 

Segundo a comerciante de Dores de Campos, Maria Malta, nesta época os produtos mais procurados são também os mais caros; tais como celulares caros, tênis de marca, carrinhos de marca e bonecos Max Still e Barbie. 

Para estimular as vendas, as lojas estão praticamente dobrando o horário de atendimento. Prova disso é  que algumas ficaram abertas de segunda a sábado, das 8 da manhã `as 10 da noite. Com isso, os comerciantes, em sua maioria, tiveram que contratar funcionários temporários para este período do ano.

Adicionalmente,  o dorense, Valdecir Lopes acredita que o Natal seja tempo de solidariedade, em que as pessoas se preocupam com o próximo. Já para Iasmim Silva, as festividades natalinas são os melhores atrativos dessa época: a ceia, os corais da igreja, a missa do galo, os enfeites, enfim, tudo que esteja ligado `a comemoracao do Natal.

Para a aposentada Maria da Penha, de Dores de Campos, o bom mesmo do Natal é reunir todos os filhos e netos que vivem em outras cidades. É o momento  de contar os “causos”, matar as saudades e de ficar juntos ao redor da mesa.

VAN/Tailerson Olímpio e Juliana Sousa


Foto: Juliana Sousa

Prados possui baixo índice de criminalidade


Na região do Campo das Vertentes, em Minas Gerais, a cidade de Prados se destaca como uma comunidade mais ordeira e tranquila do que os demais municípios da região, apresentando um baixo índice de criminalidade. As ocorrências mais frequentes são de ameaças, agressões, lesões corporais, pequenos furtos e um alto número de denúncias estão relacionado ao tráfico de drogas.

De acordo com a Polícia Militar de Prados eles atuam em parceria com vários segmentos da sociedade e estão abertos para ouvir o que a comunidade tem a sugerir, questionar ou solicitar. A proteção à vida é a primeira prioridade da PM, seguida pela proteção ao patrimônio. 

O delegado da cidade, Deyvis Oliveira, esclarece que existe um plano específico de segurança pública para a região, que tem como prioridade de atuação o combate a ilicitudes, furtos e tráfico de drogas e que atua juntamente com o Conselho de Município, Comunitário e Titular, Secretaria de Saúde, Educação, Polícia Militar dentre outros órgãos. Porém, falta um plano que seja baseado nas necessidades da cidade de Prados. “O município precisa de uma reunião de esforços que promovam um bem comum, paz social e uma convivência harmônica. A ação dos policiais civis e militares precisa das denúncias feitas pela população, o que requer um trabalho em conjunto”, afirma o delegado.

Segundo o tenente da PM em Prados, Wolkester Silva, a polícia não é onipotente, onisciente e onipresente. “É impossível ser capaz de fazer tudo sozinho e estar presente em todos os lugares ao mesmo tempo. Para manter o clima pacato da cidade, a recomendação é que a população ajude denunciando qualquer ato que infrinja a lei e aponte os erros na atuação dos policiais para que haja melhoria na qualidade dos serviços prestados”, explica o tenente.

Para garantir a proteção, existem planos específicos para cada possível situação, são eles: Plano de Bloqueio e Interceptação, Repressão a Assalto a Banco, Distúrbios Civis (Manifestações Populares), Combate a Incêndios, Desabamento, Sequestro, Ameaça de Bombas, dentre outros.

VAN/Juliana Sousa
Foto: Juliana Sousa

Segundo Encontro de Sanfoneiros resgata a tradição em Prados


No último sábado, 6, em Prados, foi realizado o Segundo Encontro de Sanfoneiros. O evento musical está resgatando a tradição na cidade, e reuniu pessoas de diversas localidades. Um dos destaques do encontro foi a homenagem ao sanfoneiro Roberto Candido da Silva – Betinho, que veio a falecer.

Segundo a Diretora do Departamento de Cultura e Turismo, Keila Maria Franco, o mais importante é não deixar morrer essa tradição. O evento, porém, não tem a participação apenas de sanfonas, mas também de violão, pandeiro e outros instrumentos. “Os próximos encontros terão uma divulgação maior, melhor estrutura, para que esse evento cresça na região”, ressalta.

José da Silva, natural de Carandaizinho, município de Prados, começou a tocar sanfona com cerca de nove anos de idade e participa do evento. “Tocar sanfona vem do sangue. Começou a partir do Padre Dirceu, que me deu esse incentivo para não deixar morrer essa tradição”, conta o sanfoneiro.

O evento só pôde ser realizado com a ajuda da prefeitura da cidade, explicou a cidadã de Prados, Maria de Lourdes da Silva Pinheiro “Tínhamos vontade de resgatar essa tradição, mas faltava apoio dos próprios companheiros e também de transporte para trazer a gente, já que moramos afastados da cidade”.

De acordo com Alexandre Ferreira Velho, natural de Prados, a prefeitura já tem colaborado bastante. “Acho que a prefeitura já tem investido bastante, este evento não é só publico, mas também privado. Então todos devem se unir para realizá- lo”, conclui.

VAN/ Juliana Sousa; Fernanda Almeida
Foto: Juliana Sousa

Competição de Motocross agitou a cidade de Prados






A cidade de Prados sediou, nos dias 8 e 9 de junho, a 4ª etapa da Copa Tourinhos de Motocross. O evento, realizado há seis anos, contou com a presença de competidores de diversas localidades como Barbacena, Belo Horizonte, Pará de Minas e Bom Despacho. Estiveram presentes também, além de muitos espectadores, autoridades, como o vice-prefeito de Prados, Marcos Possa.

Segundo Marcos Possa, a prefeitura colaborou com a organização do evento, disponibilizando tratores para ajudar a montar a pista, além de colocar ambulâncias à disposição dos competidores e da população. Para Marcos, este tipo de competição eleva o nome da cidade no esporte e gera lucro para o comércio local, além de ser um atrativo para os patrocinadores. “Queremos montar um evento mais forte nesse tipo de esporte. E também investir em outras modalidades”, afirma.

Competidores, como Renato Coimbra, mostraram-se satisfeitos com a estrutura e organização do evento. “Já é o segundo ano que participo desse evento, faz parte da minha via participar dessas competições. Essa etapa está bastante emocionante, com muitas disputas”, ressalta.




O Motocross já foi basicamente restrito ao universo masculino, mas, hoje em dia, existem muitas mulheres no esporte. A competidora Luana Abreu, da cidade de Barbacena, participou de outros eventos de Motocross em Prados. “Esse ano o evento foi muito bom, com ótimas participações. A pista estava muito boa, gradeada e sinalizada, estava sempre molhada, com bons pilotos. Enfim, o evento foi ótimo”, conta a competidora.
      
O telespectador Frederico Costa, que mora em Prados, acredita que a prefeitura deve continuar investindo nesse tipo de evento esportivo. “As competições de  Motocross trazem muita animação, inclusive conseguem tirar alguns jovens do mundo das drogas. Conheço alguns que largaram o vicio, começaram a trabalhar e a juntar dinheiro para comprar uma moto, equipá-la e seguir no esporte”, relata.

VAN/ Juliana Sousa, Iolanda Pedrosa, Fernanda Rezende
Foto: Juliana Sousa

O som que vem do lixo


Quando música e reciclagem caminham juntos

A união entre reciclagem e música pode gerar bons frutos e é isso que Neivison Barbosa de Souza, 24 anos, faz. O estudante de engenharia mecânica da UFSJ e percussionista profissional aprendeu há algum tempo como tirar arte do lixo. De acordo com o músico, que reside Em São João del-Rei desde 2007, a ideia surgiu diante da necessidade de criar o tipo de som que ele queria ao mesmo tempo em que pudesse economizar dinheiro. “Eu precisava de instrumentos musicais, mas eles eram caros. Então eu pensei: por que não fazer eu mesmo?”, explica o músico.
Pensando nisso, o percussionista começou a juntar diversos materiais usados, que certamente iriam para o lixo, e analisar o que poderia ser feito com cada um deles. “A principio eu copiava a lógica de instrumentos convencionais. Eu observei um tambor, por exemplo, que é feito tipicamente de madeira e cordas, e construí outro semelhante a partir de um tubo de papelão e cordas de náilon. Recentemente fiz um chocalho utilizando tampinha de garrafas pet, e outro com chaves, cada qual com uma sonoridade bem singular”, revela.
De acordo com Neivison, a maioria dos objetos utilizados na produção dos instrumentos pode ser encontrada no lixo da sua própria casa, nos entulhos, doados por vizinhos e amigos, ou até mesmo em lugares inusitados, como é o caso das chapas de raio-x e dos galões de oxigênio inutilizados, que o músico consegue em hospitais.
A atitude do estudante gera o que ele chama de “construção comunitária”, pois envolve e até mesmo incentiva parentes e amigos a fazerem o mesmo: “As pessoas que me ajudam acabam trazendo novas ideias, novos materiais e consequentemente novas formas de se fazer música”.
Uma das principais fontes de inspiração para Neivison é o grupo brasileiro de música instrumental Uakti, liderado pelo compositor e arranjador Marco Antônio Guimarães. A banda é conhecida mundialmente por criar obras singulares, advindas de instrumentos não convencionais criados pelos próprios integrantes. “Marco Antônio Guimarães une utensílios não habituais, tais como vidro, cano de PVC, cabaças etc. a instrumentos comuns do meio musical”, conta Neivisson.
Neivisson Barbosa é também professor de musicalização na Companhia Teatral Manicômios, onde procura incentivar seus alunos a reciclarem: “Sempre faço uso desses instrumentos durante as aulas e busco constantemente propagar essa ideia entre os alunos. Eu acho que essa é uma forma de reinventar uma possibilidade artística”.

Reportagem e foto: Marina Alzira Neves de Faria.
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Segunda Festa da Cana movimenta a Comunidade de Bichinho, em Prados


Entre os dias 12 e 14 de outubro aconteceu a 2ª Festa da Cana em Vitoriano Veloso, distrito da cidade de Prados, mais conhecido pelo nome de Bichinho. A festa contou com atividades para crianças, além de atrações musicais. No Centro Social foram montados estandes, onde foram expostos produtos derivados da cana-de-açúcar. Os visitantes tiveram a oportunidade de acompanhar o processo de produção do açúcar, melado e rapadura, e provar quitutes inusitados, como o bombom e o brigadeiro de pinga.
No estande do restaurante “Bandeira Peruana”, de Prados, o chef Pedro Cardoso Ferreira expôs suas criações culinárias, em que mistura ingredientes peruanos à cozinha mineira, destacando o escabeche de linguiça. “Escabeche é um tipo de conserva que leva vinagre, azeite e açúcar e normalmente coloco um pouco de vinho do porto. No caso do festival da cana, eu usei garapa e açúcar mascavo”, conta. Neste prato, Pedro usa o ají especial, um tipo de pimenta peculiar de seu país, para dar um tempero peruano à tradicional lingüiça mineira.
Já a sócia da padaria Luize, de Bichinho, Luisa de Fatima Cunha de Souza, confeccionou os deliciosos bombons e brigadeiros de pinga. Os doces são saborosos, seguindo a tradição doceira de Minas, feitos com leite condensado, pinga e manteiga. “Quando já está no ponto, que está soltando da panela, você vem com a pinga e torna a dar o ponto com ela. O álcool evapora e fica só o gostinho da pinga”, conta a doceira com um grande sorriso. Em sua padaria ela também faz um bolo de banana, que leva açúcar mascavo no lugar do açúcar refinado.

      Sem vergonha de ser cachaça

E como não podia deixar de ser, a cachaça foi a personagem principal da festa. Nando Chaves, alambiqueiro há 22 anos, apresentou a cachaça Século XVIII, de Coronel Xavier Chaves. Completamente branca, ela é produzida seguindo a mesma receita há mais de 250 anos, em um dos engenhos mais antigos do Brasil ainda em funcionamento, segundo a Embratur. Conta-se que um de seus primeiros donos foi o padre Domingos da Silva Xavier, irmão de Tiradentes. A produção é completamente artesanal, o que influencia diretamente na qualidade da cachaça. Nando Chaves é da 7ª geração da família e conta que é executado “o mesmo processo de produção, desde o plantio ao corte da cana, moagem, fermentação e destilação, há 150 anos sempre da mesma maneira, no período de safra, que ocorre de maio a novembro – que é o período de estiagem da nossa região”. Nando afirma orgulhoso: “Ela é branquinha, sem vergonha de ser cachaça”. Explica ainda que a família cultiva há mais de 80 anos a mesma variedade de cana, o que proporciona homogeneidade ao produto.
Ao lado dos estandes, Dalton Ladeira da Cunha, fazendeiro da cidade, atendia os visitantes curiosos que queriam observar a produção de melado, rapadura e açúcar. Ele explica que aquecendo o caldo de cana no tacho ele vai secando e engrossando. O primeiro ponto deste caldo será o melado, o segundo a rapadura e enfim se chegará ao açúcar. Com cerca de 25 litros de caldo no tacho, a depender da intensidade do fogo, pode-se obter açúcar em até duas horas.
Ivete Cerqueira Moura, membro da comissão de eventos do Centro Social de Vitoriano Veloso, explica que o evento une a comunidade: “Nós mostramos nossa gastronomia, nosso folclore e escolhemos a cana porque aqui todo mundo tem cana plantada na horta”, conta. Só na comunidade de Bichinho existem três alambiques.
Não apenas os moradores aproveitaram as atrações. Os turistas, que buscam a cidade de Prados por sua paisagem e gente acolhedora, tecem elogios ao evento. Maria Salete Ávila, técnica de enfermagem, de São João del-Rei, esteve na festa no ano passado trabalhando, mas neste ano foi apenas aproveitar. Levou seu filho Alexandre, que até subiu ao palco para cantar algumas músicas. “Eu gosto do pessoal daqui, o ambiente é muito bom, o povo é muito acolhedor, com todo mundo que vem”, diz entusiasmada. Ela explica que Prados é uma cidade que recebe muitos turistas, então a população local está acostumada a este fluxo e recebe bem os visitantes: “É uma festa boa para vir com a família, pode-se deixar a criançada à vontade”.
Ao som dos seresteiros, e provando dos saborosos doces e salgados ou da estrela maior do evento – a pinga –, quem visitou a exposição pôde experimentar um sabor de tradições mineiras, tão presentes em Bichinho, como no sorriso acolhedor dos moradores do local, gente hospitaleira, que fez com que a festa parecesse um grande encontro de família.

Reportagem e foto: Dani da Gama.

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